terça-feira, dezembro 25, 2007

Croniquinha de Natal


Ou 7 (sete) passos para a felicidade.

25 de Dezembro de 2007, 13:13 h, Rio Claro - Sp - Brasil.

Hoje é natal, e durante a madrugada, um homem, supostamente um bom velhinho, entregou presentes à cada criança do planeta. Mas, será este o verdadeiro significado do natal?

Houve, faz um tempão, uma lenda. Uma lenda bonita, e triste; que contava a estória de um menino, aparentemente, muito normal e, até um pouco sem graça.

Para começar, ele era pobre, mas era o Rei, e nasceu num curral; isso mesmo, num curral, cercado de animais. Seu berço, improvisado, uma manjedoura.

Depois de uma horas que nasceu, três reis foram visitar o menino e levaram presentes (provavelmente nasceu deste gesto a tradição de dar presentes). O menino cresceu e morreu como todo mundo, mas diferente dos outros homens, ele pagou um preço, não só por suas escolhas, como ocorre com a maioria. Pagou uma divida que, se não por ele, não seria paga nunca, mas para pagá-la, teve de morrer. O seu sangue foi o preço cobrado pela divida. Ele pagou, cada centavo, ou melhor, cada gota...

Eu não sei o real significado do natal, só sei que, se existe mesmo um para essa festa deve ter algo a ver com a história desse menino que nasceu Deus e salvou o mundo, e não com um velhinho bonachão, com cara de vovô, que passa um dia no ano entregando presentes por aí.
Ah! Você deve estar se perguntando: "E os sete passos para a felicidade?"
A resposta é fácil:
Disse-lhes Jesus:
-Eu sou o caminho, a verdade e a vida, e ninguém vai ao pai se não por mim.

Dê os passos nesse caminho que serás feliz.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Post Apressado



Entre uma prova e outra...


O tempo q ue sobra...
tudo feito correndo..
Tudo, sem tempo.

Corre empurra, puxa, sai e entra,
parece uma gincana maluca em que aquele que fica menos tempo em um só
lugar
Ganha!

Corre de novo, entrega
pega de volta, defende
acusa
relógio

.
..
...
?






Ps: Se você não entendeu leia tudo de novo!
PPs: Isso não vai ajudar a entender.
PPPs: Desconsiderar as afirmações anteriores e o poema.
Nota: Dexa pra lá...