Quinta-feira, Dezembro 17, 2009

Uma frase com 2064 anos...

Não reeleja político algum para cargo que esteja ocupando.

Nas próximas eleições, haverá renovação de 2/3 do Congresso.

Façamos uma faxina.

Nem esses, nem indicados por esses.

Não vote sem conhecer a história dos candidatos.
Não vote porque alguém pediu.

Se não tiver candidato limpo, vote nulo.

Recebi esse e-mail hoje e decidi repassar!

Domingo, Dezembro 13, 2009

Outra escola é possível?

Nós brasileiros vimos nos últimos anos um governo de “oposição”, um líder sindical que fazia resistência ao Estado, agora empossado presidente da república. De acordo com o ministro da educação Fernando Haddad, um jeito de avaliar a atuação de um governante é analisar as mudanças constitucionais realizadas por este.

Segundo o ministro, o atual governo aprovou, com o apoio da oposição, duas emendas constitucionais; a saber, número 53 e 59. Que alteram diretamente dispositivos ligados à educação, como por exemplo: a obrigatoriedade do ensino dos quatro aos dezessete anos, o fim do DRU (Desvinculação de Receitas da União), o FUNDEB (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica), o ensino fundamental de nove anos. Nas palavras do próprio Haddad, o estado tem de intervir agora, para no futuro não intervir, pois temos o estado como amigo/inimigo invisível e, ainda em consonância com o que diz o Ministro da Educação, as futuras gerações hão de notar o sentido progressista em que foi reescrito o capitulo consagrado à educação da nossa lei maior.

Entretanto, para Boaventura (2006), a repetição é a condição para a ordem e a melhoria é a do progresso. Na medida em que dada condição social se repete e não melhora e que a melhora não se repete, então o estado não trabalha para o desenvolvimento da sociedade, antes, passa por transformações que tornam obsoletas as ideologias existentes.

Por isso, faz-se necessária uma política que prova a diversidade, ou seja, precisamos demarcar espaços e nos estrangeirarmos, não devemos criar uma identidade, ou currículo nacional, carecemos de construir singularidade e subjetividade. No campo educacional podemos falar em “educação maior” (macropolítica, desenvolvida nos gabinetes do ministério da educação, secretarias da educação, etc.) e a “educação menor” (micropolítica, criação e produção cotidiana, micro-relações estabelecidas na instituição escolar como um todo).

Apesar de tudo, a maior dificuldade para transformar a educação é mudar o estado e a sociedade em si; paradoxalmente, para reformular o estado é necessário mudar “reformar” a sociedade e para tanto é preciso alterar a educação. Mas, tendo em vista que o estado é o maior responsável pela educação e, legalmente, detém o “direito” e o dever de educar e é o estado que legitima o direito dos outros de educarem, é correto afirmar que o estado só muda se quiser, ou, para usar os termos de Boaventura (2006), se auto-reforma se achar que precisa.

Outra escola é sim possível, ao passo que aconteça uma mudança interna daqueles que têm a escola nas mãos; mudança tal que emane e contagie de forma intensiva, mesmo que com pouca expressão inicial. Passo a passo, município a município, todo território nacional a educação vá mudando.

Talvez, essa mudança esteja mesmo nas mãos dos educadores, dirigentes, enfim, de todo o corpo escolar, na pouca mobilidade que nos é oferecida pelo estado e, assim, enxergar as lacunas nas quais podem se infiltrar os sentimentos que levam ao aperfeiçoamento, à emancipação e à percepção das “ferramentas” que nós cidadãos temos disponíveis para fugir do bicho.

BIBLIOGRAFIA:

Educação e Constituição. Folha de São Paulo. 22 de Nov. 2009.

Santos, Boaventura de Sousa. A Gramática do Tempo: para uma nova cultura política. – São Paulo: Cortez, 2006 p.341-376.


Este é um trabalho que fiz em grupo e colaboraram para ele:
Adriana da Silva
Christiane da Costa
Gabriela Subtil
Marília Araujo
Priscila Martins

Domingo, Novembro 29, 2009

Lanterna dos Afogados

Quando eu estou triste eu gosto de ouvir essa música...


Lanterna Dos Afogados

Os Paralamas do Sucesso

Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar

Há uma luz no túnel
Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar

Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar

Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar

Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar

Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

As It Is In Heaven - A vida no paraíso



Gabriella’s Song – As It Is In Heaven*

It is now that my life is mine
I’ve got this short time on earth
And my longing has brought me here
All I lacked and all I gained

And yet it’s the way that I chose
My trust was far beyond words
That has shown me a little bit
Of the heaven I’ve never found

I want to feel I’m alive
All my living days
I will live as I desire
I want to feel I’m alive
Knowing I was good enough

I have never lost who I was
I have only left it sleeping
Maybe I never had a choice
Just the will to stay alive

All I want is to be happy
Being who I am
To be strong and to be free
To see day arise from night

I am here and my life is only mine
And the heaven I thought was there
I’ll discover it there somewhere
I want to feel that I’ve lived my life!

If this does not inspire you, I don’t know what will…

TRADUÇÃO:

A voz de Gabriella - A vida no Paraíso**

Agora minha vida me pertence
Eu tenho esse curto período de tempo na terra
E o meu desejo me trouxe aqui
Tudo o que eu não tinha e tudo que ganhei

Mas ainda é o caminho que escolhi
Minha confiança foi muito além das palavras
Isso mostrou-me um pouco
Do paraíso que nunca encontrei

Quero sentir que estou vivo
Todos os dias de minha vida
Vou viver como eu desejo
Quero sentir que estou vivo
Sabendo que eu fui bom o suficiente

Eu nunca perdi quem eu era
Só deixei adormecido
Talvez nunca tive uma escolha
Apenas a vontade de permanecer vivo

Tudo que eu quero, é ser feliz
Ser quem eu sou
Para ser forte e livre
Para ver o dia surgir da noite

Eu estou aqui e minha vida é só minha
E o céu que pensei que estava lá
Vou descobrir que está aqui em algum lugar
Eu quero sentir que eu tenho vivido a minha vida!

Se isso não inspirá-lo, eu não sei o que vai ...


Em uma das cenas mais memoráveis de 2001: Uma Odisséia no Espaço, Stanley Kubrick utiliza um poderoso coro de vozes para criar o clima assombroso que acompanha o astronauta Dave em sua jornada rumo a Júpiter. Essa força espiritual da voz humana parece exercer um efeito contrário no protagonista de A Vida no Paraíso: para ele, é um sopro de vida.
A princípio, o longa dirigido pelo sueco Kay Pollak (indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2005) parece ser mais um “filme de professor”, como tantos outros em que o protagonista se vê diante de um grupo de alunos dispersos e os une em torno de um mesmo objetivo. No entanto, este difere em pelo menos dois pontos. Primeiro, porque não se concentra em uma competição: apesar de o coral se inscrever em um concurso, este jamais se torna o centro do filme (na verdade, acaba servindo a uma conclusão bonita e espirituosa). E segundo, porque o foco principal está no protagonista, não nos “alunos”. A trama gira em torno do maestro Daniel (interpretado com extrema competência por Michael Nyqvist, da comédia: Bem-Vindos), que busca uma paz que ele mesmo desconhece. Os dramas individuais dos personagens secundários existem, mas estão lá apenas para pontuar a narrativa e servir à sua construção.
A premissa maior de A Vida no Paraíso é que o canto funciona como uma chave que abre o coração e a alma das pessoas, ajudando não só os habitantes da cidade a se soltarem, mas também o próprio Daniel, já que ele encontra a sua redenção naquela vivida por seus alunos. Daniel é um homem que respira música, desde a infância. Vemos nas primeiras cenas que ele sempre se esforçou ao máximo para tirar o som perfeito dos instrumentos (ele chega a ter o nariz sangrando enquanto rege uma orquestra). Mas, mesmo que inconsciente, ele sabe que falta algo - que finalmente encontra na voz do coral: é o som humano, que arrepia; que parece ser uma conjuração universal, exatamente como naquela viagem espacial de Kubrick em 2001.
A Vida no Paraíso também fala sobre a importância do equilíbrio interno, tema representado pelo caminhão que Daniel vê deslizando na neve e, mais tarde, pela bicicleta que ele quer aprender a usar. Não fosse a superficialidade das subtramas, que tomam um tempo desnecessário, o filme seria ainda melhor.

* O filme e a música originais são em Sueco, mas como eu não sei uma palavra nesse idioma eu coloquei a versão em Inglês da LETRA (O Áudio é em sueco).
** Tradução minha

Sábado, Novembro 14, 2009

Post de Aniversário

Terça feira é meu aniversário. Antigamente eu gostava de fazer aniversário, mas atualmente não ligo tanto.
Ainda sim não é todo dia que se completa 26 anos, eis o motivo do post...
Obrigado a todos; espero que estejam presentes todos os dias para verem eu completar 27.


Envelheço na Cidade

Ira
Mais um ano que se passa, mais um ano sem você
Já não tenho a mesma idade, envelheço na cidade
Essa vida é jogo rápido para mim ou pra você
Mais um ano que se passa e eu não sei o que fazer!

Juventude se abraça, faz de tudo pra esquecer
Um feliz aniversário para mim ou pra você...
Feliz aniversário - envelheço na cidade
Feliz aniversário - envelheço na cidade
Feliz aniversário - envelheço na cidade
Feliz aniversário

Meus amigos minha rua, as garotas da minha rua,
Não os sinto, não os tenho... mais um ano sem você!
As garotas desfilando, os rapazes a beber
Já não tenho a mesma idade, não pertenço a ninguém

Juventude se abraça, faz de tudo pra esquecer
Um feliz aniversário para mim ou pra você...
Feliz aniversário - envelheço na cidade
Feliz aniversário - envelheço na cidade
Feliz aniversário- envelheço na cidade
Feliz aniversário- la,la,la,la,la,la,la
Juventude se abraça, se une pra esquecer
Um feliz aniversário para mim ou pra voce...
Feliz aniversario - envelheço na cidade
Feliz aniversário - envelheço na cidade
Feliz aniversário - envelheço na cidade
feliz aniversário - envelheço na cidade

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Momentos Felizes


À Francesa
Marina Lima*
Tamanho
Meu amor se você for embora
Sabe lá o que será de mim
Passeando pelo mundo a fora
Na cidade que não tem mais fim
Ora dando fora ora bola
Um irresponsável pobre de mim

Se eu te peço para ficar ou não
Meu amor eu lhe juro
Que não quero deixá-la na mão
E nem sozinha no escuro
Mas os momentos felizes
Não estão escondidos
Nem no passado nem no futuro

Meu amor não vai haver tristeza
Nada além de fim de tarde a mais
Mas depois de todas luzes acesas
Paraísos artificiais E se você saísse à francesa
Eu viajaria muito mais muito mais



*Pelo menos ficou famosa na voz dela

Terça-feira, Outubro 20, 2009

Selinhos

Calma que não tem nada a ver com o que vocês estão pensando, eu ganhei dois selos da Thalita autora do Quarto Índigo, portanto vou postá-los aqui e também responder ao "questionário" dos dois e postá-los agora:

O primeiro é esse:

Regras:
I Colocar 8 Características minhas:
Confesso que minha primeira idéia foi colocar minhas "informações nutricionais", mas resolvi escrever outras:
1 Pateta
2 Hiperativo
3 Maluco, louco, tresloucado
4 Da paz
5 Obsessivo-compulsivo
6 Feliz
7 (In)Discreto (depende do ponto de vista)
8 Brincalhão

II Indicar 8 blogs:


O segundo é este:

Vamos às regras:

1 - Tem algum blog (ou mais de um) blog que te ajudou a blogar quando iniciou (dicas, receptividades, incentivos)?

R: Quem mais me ajudou, e ainda está ativa nos blogs, foi a Vivi.

2 - Qual foi a sua fonte inspiradora?

R: Minha vida. Ela não é inspiradora?
Brincadeira, eu não tive, nem tenho muito disso não, eu só escrevo o que dá na cabeça....

3 - Blogar é muito gratificante quando...

R: Sei que o que escrevi tocou os leitores de alguma forma.

4 - Quanto tempo se dedica ao seu blog? Em que horário você gosta de blogar?

R: Mais que deveria e menos que gostaria... Entro na hora que eu tenho um tempo livre, com trabalho e estudo não é mole fazer tudo (rimou de propósito).

5 - O mundo da blogosfera seria mais interessante "se":

R: Acho que se tivesse mais gente escrevendo, adoro ler as coisas que os outros postam.

6 - Seu coração blogueiro não se engana quando (referente a outro blog ou blogueiro)...

R: Quando em mim desperta uma sensação boa...

7 – Devo indicá-lo a sete amigos:


Para ver os recomendados, basta clicar nos nomes.
*É novo na minha lista, mas já gostei.